Descrição
Por Silvia Saal
Consigo ver Silvia ao longo do tempo, a conversar com um colega após outro estudo e projeto de pesquisa. Ainda consigo ouvir como, o desejo ardente e a dedicação absoluta com que desbravou um território onde pôde elucidar suas experiências. Reuniu uma equipa, procurou colaborações e desenvolveu um método para finalmente, neste momento, conseguir capturar essa enorme empreitada neste livro essencial sobre inibição psicomotora. Não se trata de criar um rótulo… de transformar a palavra inibição em algo inerte e vazio. Em “Alguém Já Se Perguntou Como Eu Me Sinto?”, Silvia desdobra uma reflexão sobre “a experiência humana das crianças”, sobre o valor da voz, do movimento, do gesto e da expressão infantil. Esta obra, que é uma contribuição inédita para nossa área, certamente será celebrada naqueles campos que exploram as vicissitudes da infância.
– Letícia González
Devo parabenizar a autora por seu estilo de escrita apaixonado, vívido e quase poético. Uma homenagem ao corpo. Ela escreve, de fato, a partir de uma perspectiva psicomotora, onde, como diz Silvia, “a lógica do pensar e do sentir” se integram. Um livro escrito por uma psicoterapeuta para psicoterapeutas, mas, em todo caso, suficientemente compreensível para outros profissionais que consideram o corpo como uma pessoa, como um espaço psíquico. Um livro que enfatiza continuamente o corpo como o local primário e imediato para a expressão tanto do bem-estar quanto do sofrimento psíquico.
– Franco Boscaini
Um verdadeiro tratado sobre a inibição e suas ramificações sintomáticas e semiológicas. Sua semiótica deriva de uma episteme que demonstra uma exploração rigorosa da história conceitual da teoria e da prática clínica que a abordam. Uma episteme meticulosamente construída e uma abordagem terapêutica de inquestionável competência.
– Alfredo Jerusalinsky







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